A segurança “oficial” do Estado vem sendo colocada em dúvida a cada dia e a população tem recorrido a criminosos para garantir a tão citada “sensação” de segurança.
Investigação da Operação Assintonia mostrou que não eram os faccionados que procuraram pessoas para chantagear os “cidadãos de bem”, mas o contrário. Comerciantes entraram em contato com líder de facção, preso na PCE, para pedir proteção. Por cada estabelecimento, os criminosos cobravam taxa de R$ 100 a R$ 200 num “contrato vitalício”.
Nos últimos dias, “disciplinas” de facções têm ligado para moradores perguntando sobre assaltos, desrespeito e qualquer anormalidade no bairro, o que desperta pavor e sentimento de impotência entre a população. Afinal, a quem recorrer?